Foi com uma enorme tristeza que soube do adeus que os White Stripes deram ontem à sua própria existência. Ao fim de treze anos e sete discos, o grupo alternativo que trouxe à ribalta a peculiar Meg White e o genial Jack White terminou a sua carreira.
É bem verdade que, provavelmente, ainda vamos ouvir falar muito do senhor Jack White, já que o senhor não pára de criar e manter projectos. Depois dos Raconteurs e dos Dead Weather, divulgou há pouco tempo um projecto com Norah Jones e Danger Mouse, chamado Rome.
A quem não conhece os White Stripes, urge que peguem na belíssima funcionalidade que é o YouTube e naveguem pela obra mais original que surgiu no rock da última década. Aos que já os conhecem, aprofundem e apreciem melhor toda a beleza (nua e crua, literalmente) dos White Stripes, todas as particularidades de músicas geniais, que eram criadas em dez minutos, segundo os próprios. Com isto, ficam as saudades que os fãs terão da banda, especialmente os portugueses que só tiveram oportunidade de os ver ao vivo numa ocasião: Oeiras Alive 2007, no dia 9 de Junho.
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