Vícios. Toda a gente os censura, mas toda a gente os tem. A verdade é que nem todos são necessariamente maus. Eu cá tenho os meus. Considero-os saudáveis, mas têm o seu quê de loucos. O primeiro, como já sabem todos os que por cá costumam passar, é a música – seja tocada ou ouvida, é omnipresente no meu dia-a-dia; o segundo é a leitura. Livros, livros e mais livros.
Orgulho-me de poder dizer que sou suficientemente louco (e, quiçá, desocupado) para ler dois ou três livros por semana. Sim, por semana. Nesta altura, o que assenta delicadamente na minha mesa de cabeceira são quatro livros, cada um interessantíssimo à sua maneira: O Palestiniano, de Antonio Salas; Do Jornalismo aos Media, do meu caríssimo professor Rogério Santos; Um Ano no Tráfico de Mulheres, também de Antonio Salas; e As Farpas, de Eça de Queirós e Ramalho Ortigão. Mas estes são apenas os “trabalhos em curso”. Tenho cerca de 40 livros à espera de ser lidos e mais alguns na lista de próximas compras. Para muitos é um exagero, para mim é o que me impede de me sentir pedante. Pelo menos, na minha mente.
Para mim, os melhores livros presentes na minha biblioteca (será que já lhe posso chamar isto?) são – e aconselho-os desde já:
Breve História de Quase Tudo (Bill Bryson)
Na Terra dos Cangurus (Bill Bryson)
Diário de um Skin (Antonio Salas)
Laboratório de Venenos: De Lenine a Putin (Arkadi Vesberg);
Se Isto é um Homem (Primo Levi);
Musicofilia (Oliver Sacks);
A Doutrina do Choque (Naomi Klein);
O Cozinheiro dos Reis (Ian Kelly);
The Cult of the Amateur (Andrew Keen);
2666 (Roberto Bolaño);
Matteo Perdeu o Emprego (Gonçalo M. Tavares);
Colapso: Ascensão e Queda das Sociedades Humanas (Jared Diamond);
Mercador da Morte (Douglas Farah e Stephen Braun);
Gomorra (Roberto Saviano);
Grandes Ideias Perigosas (John Brockman);
Cosmos (Carl Sagan);
O Planeta do Futebol (Luís Freitas Lobo);
Compreender os Meios de Comunicação (Marshall McLuhan);
A Mensageira (Daniel Silva);
Milagre nos Andes (Nando Parrado);
O Mundo sem Nós (Alan Weisman);
As Intermitências da Morte (José Saramago);
O Homem Duplicado (José Saramago);
Os Espiões do Papa (Eric Frattini);
O Senhor dos Anéis (J. R. R. Tolkien);
A Capital! (Eça de Queirós);
Quais são os teus?
Orgulho-me de poder dizer que sou suficientemente louco (e, quiçá, desocupado) para ler dois ou três livros por semana. Sim, por semana. Nesta altura, o que assenta delicadamente na minha mesa de cabeceira são quatro livros, cada um interessantíssimo à sua maneira: O Palestiniano, de Antonio Salas; Do Jornalismo aos Media, do meu caríssimo professor Rogério Santos; Um Ano no Tráfico de Mulheres, também de Antonio Salas; e As Farpas, de Eça de Queirós e Ramalho Ortigão. Mas estes são apenas os “trabalhos em curso”. Tenho cerca de 40 livros à espera de ser lidos e mais alguns na lista de próximas compras. Para muitos é um exagero, para mim é o que me impede de me sentir pedante. Pelo menos, na minha mente.
Para mim, os melhores livros presentes na minha biblioteca (será que já lhe posso chamar isto?) são – e aconselho-os desde já:
Breve História de Quase Tudo (Bill Bryson)
Na Terra dos Cangurus (Bill Bryson)
Diário de um Skin (Antonio Salas)
Laboratório de Venenos: De Lenine a Putin (Arkadi Vesberg);
Se Isto é um Homem (Primo Levi);
Musicofilia (Oliver Sacks);
A Doutrina do Choque (Naomi Klein);
O Cozinheiro dos Reis (Ian Kelly);
The Cult of the Amateur (Andrew Keen);
2666 (Roberto Bolaño);
Matteo Perdeu o Emprego (Gonçalo M. Tavares);
Colapso: Ascensão e Queda das Sociedades Humanas (Jared Diamond);
Mercador da Morte (Douglas Farah e Stephen Braun);
Gomorra (Roberto Saviano);
Grandes Ideias Perigosas (John Brockman);
Cosmos (Carl Sagan);
O Planeta do Futebol (Luís Freitas Lobo);
Compreender os Meios de Comunicação (Marshall McLuhan);
A Mensageira (Daniel Silva);
Milagre nos Andes (Nando Parrado);
O Mundo sem Nós (Alan Weisman);
As Intermitências da Morte (José Saramago);
O Homem Duplicado (José Saramago);
Os Espiões do Papa (Eric Frattini);
O Senhor dos Anéis (J. R. R. Tolkien);
A Capital! (Eça de Queirós);
Quais são os teus?